ROGÉRIOABREU

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Rogério Manuel Dias de Abreu é um escultor português, nascido em, Freiria, Torres Vedras a 19 de Junho de 1967.

O seu pai António Carlos Abreu e sua mãe Maria Fernanda Dias são agricultores oriundos de freguesias vizinhas.

Infância e Adolescência

De tenra idade já a sua veia criativa se mostrava, tal como a sua hiperactividade, características que o vão marcando ao longo deste percurso.

Elementos que se manifestaram ainda antes da entrada no ensino primário.

Aos 9 anos já dava os primeiros passos no contacto com o mundo da pintura a óleo de uma forma espontânea e incompreensível para os que o rodeavam.

Seria no entanto no ensino preparatório onde a sua veia se torna mais evidente, aparecendo nesta fase os primeiros trabalhos de escultura conhecidos.

Por volta dos 13 anos e com parcos meios construiu a sua primeira roda de oleiro iniciando-se nessa fase o contacto com o barro tão abundante nos concelhos do Oeste.

Não terá sido alheio a esta vibração criativa na área da cerâmica as visitas com os pais a aldeia/atelier do grande mestre ceramista José Franco, em Mafra. Também já nesta época se tornou num apaixonado dos livros e dos museus sendo um frequentador assíduo quer do museu da cidade quer da respectiva Biblioteca Municipal.

Principiou também nestes anos em algumas exposições colectivas que ocasionalmente ocorriam na cidade na vertente pictórica, a que a mais se entregava até então.

Vida profissional

Terminado o secundário, tendo em conta os parcos recursos familiares e a fome da descoberta e do conhecimento. Aventura-se pela emigração em terras Hélvéticas (Genéve/Vevey) onde permaneceu cerca de 7 anos, mantendo sempre actividade artística, chegando mesmo a frequentar um curso de desenho da École Assimil, assim como algumas experiências na pintura sobre porcelana.

Ao mesmo tempo que avançava para esta aventura no exterior deu início ao desenho e construção do que seria a sua actual casa /atelier.

Em 1992 regressa à Pátria iniciando um percurso pela construção civil ao mesmo tempo que terminava a sua casa/atelier, mantendo no entanto sempre a actividade artística, paixão esta que á medida que a casa/atelier se conclui, vai-se intensificando ao ponto de no inicio do ano 2000, já com família formada ter que tomar uma decisão. Entregar-se a arte de corpo e alma a tempo inteiro. Se autodidacta é no que à formação diz respeito a verdade é que no seu estudo constante encontrou como mestres: a Rodin, Moore, Brancusi, Arp, Picasso, González, Chillida, Oteiza,Noguschi, Serra ou Juan Munõz entre outros artistas mais ou menos conhecidos. No entanto considera o Maior dos mestres a Natureza. E o melhor dos ajudantes o trabalho.

Escultor pluridisciplinar no que a matérias diz respeito. Tem sido intenso o seu percurso ao longo destes curtos anos.

Tendo sido convidado para muitas exposições em Portugal, mas também para o estrangeiro salientando-se entre várias cidades, Málaga, Sevilha, Victória e Paris.

Têm nesta altura já algumas obras públicas (Belmonte, Meda, Manteigas, Torres Vedras), assim como obras em instituições e colecções particulares espalhadas pelos vários continentes.